Terça-feira, Março 14, 2006
Infinito particular
Eis o melhor e o pior de mim O meu termômetro o meu quilate Vem, cara, me retrate Não é impossível Eu não sou difícil de ler Faça sua parte Eu sou daqui, eu não sou de Marte Vem, cara, me repara Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim Só não se perca ao entrar No meu infinito particular Em alguns instantes Sou pequenina e também gigante Vem, cara, se declara O mundo é portátil Pra quem não tem nada a esconder Olha minha cara É só mistério, não tem segredo Vem cá, não tenha medo A água é potável Daqui você pode beber Só não se perca ao entrar No meu infinito particular
Faço minhas as palavras do Renato Mendonça no Segundo Caderno do dia 13 de março: ouvir os dois novos álbuns da Marisa Monte "é como tirar férias do mundo". Especialmente o "Infinito particular", embora Renato tenha se referido ao "Universo ao meu redor". Como disse a própria, quem gosta de Marisa Monte vai amar os discos. A voz continua doce e forte. Pra quem curte o lado “Paulinho da Viola” da cantora, tem um álbum inteiro de violõezinhos, laia-laiá e afins. Eu adoro!
Os títulos dos álbuns são lindos. Sua complementaridade é inspiradora. Me fizeram voltar a esse universo (virtual) depois de muito balançar, me perder e me achar no meu infinito particular. E 2006 começa agora, pra mim. O ano da minha formatura. Um ano para aprender mais. Quando vou escrever de novo? Je ne sais pas.
escrito por Marcela às 23:28
2 Comentários:
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às 00:12,
disse...
-
eeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!
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às 18:47,
disse...
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Nous avon, vous avez!
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